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terça-feira, 31 de maio de 2011

ENCONTRO REGIONAL PSDB – REGIÃO CENTRO

BOLETIM INFORMATIVO 18-2011


ENCONTRO REGIONAL PSDB – REGIÃO CENTRO

A Comissão Executiva Estadual do PSDB RS realizará encontro regional na próxima sexta-feira (03.05).

É importante a presença de todos.

Contribua na mobilização das regiões para o êxito dos encontros.

Sexta-feira - dia 03 de Junho - Região Central e Vale do Jaguari em Santa Maria:

08:00h
Café da Manhã com CDL(Presidente: José Gonçalves de Lima) e SINDILOJAS (Presidente: Cezar Augusto Gehn)
Rua Astrogildo de Azevedo, 354 - Centro.

09:30h
Visita a diretoria da CASISM (Presidente Paulo Ceccim)
Rua Venâncio Aires, 2035 - 6º andar - Centro.

11:00h
Visita a RBS TV 

TV PAMPA - horário a ser definido

Visitas a outros meios de comunicação.
 
17:00h
Encontro Regional do PSDB RS
Encontro com lideranças e jantar.
Local: CPF Piá do Sul
Rua Justino Couto, 179 - Bairro Patronato.
Fonte: PSDB/RS

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Convenção Nacional reforça clima de unidade do PSDB

Lideranças da oposição se unem para cobrar mudanças no governo petista

Brasília, 28 – Em clima de unidade e aclamação, a Convenção Nacional do PSDB definiu os nomes da executiva nacional do partido para os próximos dois anos. Filiados da legenda, governadores, senadores, deputados federais e representantes históricos, como o presidente de honra Fernando Henrique Cardoso, se reuniram em Brasília para aprovar a nova estrutura partidária focada em cinco ações principais: avanços nas eleições municipais, recrutamento de novos integrantes, democratização do partido, estreitamento das relações com a sociedade e reestruturação da comunicação.

Criticando a ausência do atual governo no combate à inflação e na implantação de políticas para o fortalecimento da indústria e da infraestrutura nacional, os líderes da oposição cobraram mudanças no governo da presidente Dilma Rousseff e ajustes no partido. “O PSDB precisa ser um partido com coragem, generosidade, da construção e do reconhecimento”, disse Fernando Henrique Cardoso.

Ao contrário das avaliações sobre a divisão do partido, o presidente reconduzido à Executiva Nacional, Sérgio Guerra, também fez questão de valorizar a história do PSDB os novos rumos políticos da oposição. “Não queremos ter apenas diretórios em todo lugar, queremos ter o PSDB com sua forma e conteúdo, uma imagem central que se espalhe Brasil afora”, disse Guerra.

As lideranças de São Paulo e Minas Gerais também fizeram questão de reforçar a unidade partidária. “As diferenças em qualquer partido são normais, mas elas não podem falar mais alto. A nossa união enfraquece nosso adversário”, afirmou o conselheiro político do partido e ex-governador de São Paulo, José Serra. O senador Aécio Neves, conselheiro do PSDB no Congresso Nacional, também enfatizou o início de uma “nova caminhada” de olho no futuro. “Este é um partido sem dono. O dono do PSDB é o partido brasileiro”, afirmou.

Fonte: Agência Tucana/foto: Paula Sholl

NOVA EXECUTIVA NACIONAL DO PSDB, ELEITA EM CONVENÇÃO NO SÁBADO EM BRASÍLIA

PSDB definiu nomes da Executiva Nacional

10ªComissão Executiva Nacional
Presidente de Honra: Fernando Henrique Cardoso
Presidente: Sérgio Guerra
Primeiro Vice-Presidente: Alberto Goldman
Vice-presidente: Eduardo Jorge Caldas Pereira
Vice-presidente: Emanuel Fernandes
Vice-presidente: Flexa Ribeiro
Vice-presidente: João Almeida
Secretário-Geral: Rodrigo de Castro
Primeiro Secretário: Paulo Bauer
Segundo Secretário: Alfredo Kaefer
Tesoureiro: Márcio Fortes
Tesoureiro-Adjunto: Reinaldo Azambuja
Líder no Senado Federal: Álvaro Dias
Líder na Câmara dos Deputados: Duarte Nogueira
Vogal: Andrea Matarazzo
Vogal: Andrea Zito
Vogal: Bonifácio Andrada
Vogal: Bruno Araújo
Vogal: Cássio Cunha Lima
Vogal: Cícero Lucena
Vogal: Jutahy Magalhães Junior
Vogal: Leonel Pavan
Vogal: Sílvio Mendes
Vogal: Telma de Oliveira
Suplente 1: Wilson Santos
Suplente 2: Teresinha Nunes
Suplente 3: Márcio Bittar
Suplente 4: Otávio Leite
Suplente 5: Elton Rohnelt
Suplente 6: Moema São Thiago
Suplente 7: Antônio Luz
Ex-presidenteS:
Fernando Henrique Cardoso
Pimenta da Veiga
Teotônio Vilela
José Aníbal
José Serra
Eduardo Azeredo
Tasso Jereissati

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Governo do peremptório Tarso Genro dá uma banana para professores na Assembléia Legislativa

Tarso Genro dá uma banana para professores na Assembléia Legislativa

O governo do peremptório petista Tarso Genro, no Rio Grande do Sul, parece uma grande esculhambação. Em três oportunidades foi a votação o projeto de lei para aumento dos professores da rede pública gaúcha, já acertado pela administração estadual com o sindicato pelêgo Cpers. E aí começam as dificuldades. Nas votações, os deputados da chamada base aliada, que compõem a esmagadora maioria na Assembléia Legislativa, simplesmente não compareceram para votar. Os petistas aboletados nos sofás do Palácio Piratini, restaurados pela ex-governadora Yeda Crusius (PSDB), nem se abalaram para mobilizar seus deputados para as votações. Resultado: a folha de pagamento do Estado, que já tinha sido rodada pela Secretaria da Fazenda, contendo o aumento dos professores, agora está sendo refeita às pressas, retardando o pagamento dos funcionários da Educação, sem aumento. Embora conte com maioria de 32 deputados contra apenas 23 da oposição, incluídos aí os 7 deputados do PP, partido dócil às vontades do peremptório Tarso Genro, ainda assim o governo não conseguiu reunir suas bancadas para votar a reposição de vantagens salariais do magistério. E isso não foi obtido nem mesmo com a Assembléia Legislativa sendo comandada por um deputado petista, Adão Vilaverde. Mas, quando alguém é petista, e especialmente alguém peremptório como Tarso Genro, não perde a pose. O governo, na noite desta quarta-feira, fez o secretário da Educação, uma figura de segundo escalão, falar em seu nome para atribuir a culpa aos deputados. Diz a nota oficial: "O Governo do Estado por intermédio da Secretaria da Educação (Seduc) informa que apresentou e protocolou os projetos de lei relativos ao reajuste salarial do magistério gaúcho em 10,91%, dentro do prazo hábil para sua inserção na folha de pagamento de maio. O governo fez a sua parte. A responsabilidade de qualquer atraso no vencimento dos professores é da Assembléia Legislativa". Não, definitivamente não. A responsabilidade é integralmente do governo petista, e especialmente do peremptório governador Tarso Genro. A oposição, que tem negado quorum para as votações, faz o seu papel, que é o de se opor. Não cabe a ela, oposição, garantir quórum para a votação de projetos de interesse do governo petista. É o governo petista, com sua grande maioria, que tem que assegurar o quórum de seus aliados para a votação dos projetos de seu interesse". Como o governo do peremptório Tarso Genro não fez qualquer esforço para garantir o quórum, e portanto retardou as votações, fez isso de maneira deliberada, para fazer caixa no lombo dos professores públicos gaúchos. Já a oposição teve um lance que surpreendeu os petistas "espertos": protocolou uma emenda ao projeto que manda o governo estadual pagar dentro de 60 dias o piso nacional do magistério. Com isso a oposição embretou o governo petista, o peremptório petista Tarso Genro, o PT e o próprio Cpers, porque obriga todos eles a declarar em alto e bom som que não dá para pagar a pedida, tal como argumentou sem ser ouvida a governadora Yeda Crusius. A líder do governo, a petista Miriam Marroni, tentou criticar a oposição, dizendo que não poderia se opor, apresentando essa emenda, porque a temática do piso nacional é do PT. Vê se pode?!!!! Todo mundo que é sério sempre soube que não dá para pagar o piso nacional porque estoura as contas públicas gaúchas, por conta desse absurdo plano de carreira de magistério. Entretanto, o petralhismo sempre usou a demagogia. Agora é governo, cabe a ele pagar, e deve dizer porque não pode ou não quer pagar, e ficar nú como aquele reizinho da fábula.


quarta-feira, 25 de maio de 2011


Os três porquinhos e os três macacos sábios: a visão de um tucano


Hoje quero resgatar um pouco de história infantil e, ao mesmo tempo, discutir um pouco da nossa cultura. Vou falar sobre o Cícero, o Heitor e o Prático. Esses, na história infantil, eram os três porquinhos, parecidos com os que a presidente Dilma nomeou: o Dutra, o Palocci e o Cardozo.

Além dos três porquinhos, vou falar do Mizaru, do Kikazaru e do Iwazaru. E quem são eles? São os três macacos sábios: o que não vê, o que não fala e o que não escuta.

Na história Os Três Porquinhos, Cícero foi o que construiu a casa de palha; o Heitor, a casa de madeira; e o Prático, a casa de tijolos. O Cícero, que construiu a casa de palha, era o mais frágil; portanto, corresponde ao Dutra, que está doente e foi afastado. O Heitor, que construiu a casa de madeira, a qual está intacta ainda, é o Cardozo. E o Prático, que era o mais forte e construiu a casa de tijolos, é o Palocci, o homem forte do governo. Porém, duvido que, na história infantil, um dos três porquinhos tivesse construído uma casa de 6,6 milhões de reais, mesmo que fosse o Prático.

Cadê o Mizaru, aquele que tapa os olhos? Cadê Bohn Gass? Cadê o Kikazaru, que tapa os ouvidos? Cadê a Stela Farias? Cadê o Iwazaru, que tapa a boca? Cadê o Fabiano Pereira? Cadê a bancada do PT?

Por que a bancada do Partido dos Trabalhadores que, quando oposição, fazia denúncias infundadas e acusações levianas e agora, como governo, não vê, não enxerga e não fala?
Este é o momento do contraditório. Mas é, também, o momento de exercermos com coerência o nosso papel.

Deputado Jorge Pozzobom – Líder do PSDB na Assembleia Legislativa

Tropa do cheque

Antonio Palocci e a máfia da Campinas são faces de uma mesma moeda

Fica cada vez mais clara a falta de convicção do governo quanto à lisura das atividades público-privadas de Antonio Palocci. Só isso explica a escalação de uma verdadeira tropa de choque para blindar o ministro, como a que se viu em campo ontem. O que interessa é garantir que os cheques continuem rolando para os poderosos cofres petistas.
Na semana passada, o alvo da ofensiva governista foi a Câmara, com o fechamento de comissões, arregimentação de leões de chácara para constranger parlamentares da oposição e acionamento do rolo compressor chapa-branca para evitar a aprovação da convocação do ministro. Hoje o campo de batalha deve se transferir para o Senado.
Ministérios e governadores de Estado também viraram joguete nas mãos do poder petista, a fim de proteger o ministro suspeito. Ontem, cinco governadores saíam a campo para defender Palocci. A manifestação não foi de todo desinteressada: os mesmos mandatários também aproveitaram a ocasião para pedir a rediscussão de suas dívidas com a União. Apoio tem preço.
Simultaneamente, para fingir que o governo “está trabalhando e não foi contaminado pelas denúncias”, a presidente convocou quatro ministros para reunião no Planalto. O pretexto era discutir o andamento das obras da Copa, calamidade que já vem de longuíssima data. O contexto, porém, era cobrar-lhes fidelidade canina à defesa de Palocci.
Coincidência ou não, os quatro ministros convocados por Dilma Rousseff ontem são os declaradamente “políticos”, ou seja, os diretamente indicados pelos seus respectivos partidos em troca de apoio ao governo, como bem observou O Globo: Alfredo Nascimento (Transportes), Carlos Lupi (Trabalho), Mário Negromonte (Cidades) e Orlando Silva (Esportes). Voto tem preço.
Palocci – o mesmo acusado de ordenar a quebra de sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa por causa de uma operação de R$ 24 mil – continua sem explicar o seu show dos milhões. Promete para breve apresentar respostas às perguntas algo vagas que a Procuradoria-Geral da República, considerada “pouco incômoda” na atual quadra, lhe enviou na semana passada.
Se a vida pregressa de Palocci fosse um mar de rosas, até poderia caber-lhe o benefício da dúvida, como advogou ontem o ministro José Eduardo Cardozo. Mas seus negócios mal explicados em Ribeirão Preto, cidade da qual foi prefeito dez anos atrás, continuam sem esclarecimento, flutuando como ectoplasmas.
As negociatas ribeirão-pretanas envolvem suspeita de manipulação de licitação para compra de merenda escolar – só ganhava quem pusesse ervilha misturada no molho de tomate – e desvios reiterados das empresas prestadoras de serviços de limpeza urbana para os cofres petistas. Nada muito diferente, por exemplo, do que está acontecendo em Campinas neste exato momento.
Não é mera coincidência que o PT se veja novamente às voltas com escândalos de subtração de dinheiro público para bolsos partidários – os mesmos que envolveram Palocci em Ribeirão e agora implicam petistas campineiros abrigados na administração do prefeito Hélio dos Santos (PDT).
As fontes são sempre vistosas: prefeituras de gordas arrecadações. Campinas já rendeu até assassinato de um prefeito petista e agora os cupins de lá arremetem contra o cofre da companhia de saneamento local. Estão metidos na encrenca desde o vice-prefeito (petista) até a primeira-dama, além de mais 18 nomes. Amigos do ex-presidente Lula também estão na embrulhada, revela O Estado de S.Paulo.
Para quem pensa que pode ser caso isolado, outra notícia publicada pelo jornal hoje é esclarecedora: “Contra a ofensiva da promotoria criminal que mira aliados importantes do ex-presidente Lula, o PT entrou em cena. No domingo à noite, até o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu desembarcou em Campinas para uma reunião às pressas com vereadores e lideranças do partido”.
Palocci e a máfia campineira são faces de uma mesma moeda: a que busca garantir que os cofres do PT sejam permanentemente irrigados para financiar o projeto de poder do partido. Sempre que este projeto está ameaçado, o governo grita alto e manda chamar sua tropa do cheque. Tem sempre um monte de mercenários à disposição.
Fonte: Instituto Teotônio Vilela – Carta de Formulação e Mobilização Política Nº241
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela.
24/05/2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

Palocci deve explicar e não confundir

Outros cinco ministros de Dilma também devem explicações à sociedade

Antonio Palocci não está mais sozinho na lista de suspeitos. O ministério de Dilma Rousseff está coalhado de titulares que mantêm empresas de consultoria mesmo estando no primeiro escalão da República. Já é hora de o ministro-chefe da Casa Civil e o governo petista deixarem de lado sua estratégia de apenas tentar confundir e começarem logo a se explicar.
O Estado de S.Paulo revela hoje que “pelo menos” cinco ministros “têm empresas de consultoria que continuam ativas em pleno exercício do cargo”. São eles: Fernando Pimentel (Desenvolvimento), José Eduardo Martins Cardozo (Justiça), Moreira Franco (Assuntos Estratégicos), Leônidas Cristino (Portos) e Fernando Bezerra Coelho (Integração).
A situação das empresas foi confirmada pelo jornal junto à Receita Federal. Todas estão com o registro “ativo” para atividades de consultoria.
Fernando Pimentel é dono de 99% da P21-Consultoria e Projetos Ltda, com sede em Belo Horizonte. O objeto social da empresa é “consultoria, projetos, palestras, cursos e pareceres na área econômica, tributária e de gestão público”.
José Eduardo Cardozo é sócio da Martins Cardozo Consultores S/S Ltda, com sede em Santos. Ele tem 50% das cotas e seu pai, a outra metade. Exerce “atividades de consultoria em gestão empresarial”.
Leônidas Cristino é dono da Ejos Construções e Consultoria, com sede em Fortaleza. Já Fernando Bezerra Coelho é sócio da Manoa Empreendimentos e Serviços Ltda, que, a partir de Petrolina (PE), presta “consultoria em gestão empresarial” – mesma atividade da Aptus Consultoria e Participações, de Moreira Franco.
Palocci pelo menos converteu o objeto da sua firma de consultoria em “administradora de imóveis” dois dias antes de assumir a Casa Civil. Seus colegas nem isso. Procurados pelo Estadão, os cinco ministros confirmaram a participação nas empresas e, seguindo o script de praxe, negaram conflitos de interesse ou atuação paralela ao exercício do cargo. Devem sentir-se à vontade na estratégia de tergiversar, como fez Palocci na mensagem que divulgou ontem.
Para justificar seu estratosférico enriquecimento, o ministro da Casa Civil citou ex-ministros – quase todos da gestão tucana. Citou também levantamento que mostrou que 273 deputados federais e senadores da atual legislatura são sócios de estabelecimentos comercial, industrial, de prestação de serviços ou de atividade rural.
Abertamente, quis juntar toda a farinha num mesmo saco. Subliminarmente, pareceu querer ameaçar. Não é a melhor estratégia para quem ainda deve muita explicação. Há distâncias amazônicas entre a condição de todo-poderoso exibida por Palocci e os casos que listou.
Pérsio Arida, André Lara Resende, Pedro Malan, Maílson da Nóbrega, Armínio Fraga, Henrique Meirelles e Alcides Tápias (por que Palocci não citou José Dirceu, que se enquadra no mesmo figurino de ex-ministro e consultor?) não exerceram cargo legislativo. Nenhum deles advogava ao mesmo tempo em que o partido ao qual serviram estava no poder. Nenhum deles voltou a ser ministro. Não eximem, pois, Palocci de dar as explicações devidas.
Mais que isso: qual deles, em qualquer tempo, desfrutou do poder e da desenvoltura política exibida por Palocci nos círculos de poder petista? “Não estamos falando de uma pessoa qualquer. Ele é o ministro mais importante do governo”, corrobora a senadora Marta Suplicy.
Palocci argumenta que não pode revelar para quem a Projeto, sua firma de consultoria, prestou serviços por questões de confidencialidade. Mas cláusulas contratuais não podem se sobrepor à Constituição, que, em seu artigo 54, impede parlamentares de “firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público”.
“Isso quer dizer que sua empresa de consultoria teria limitações para prestar serviços de qualquer natureza, sendo necessário, portanto, que o ministro esclareça que não infringiu a lei”, cobra Dora Kramer no Estadão.
Como parlamentar, Antonio Palocci tinha, sim, condições especiais para interferir em decisões governamentais a favor de seus clientes. Lembra o Valor Econômico que, durante seus quatro anos de mandato parlamentar, “o petista exerceu alguns dos cargos mais importantes da legislatura 2007-2010 no Congresso Nacional: esteve à frente de discussões econômicas como o uso dos recursos do pré-sal, a reforma tributária, a regulamentação da previdência complementar e a manutenção da CPMF”.
Na disputa eleitoral de 2006, obteve uma das maiores receitas em doações para campanhas a deputado federal: R$ 2,4 milhões. Entre os doadores, destacam-se bancos e instituições financeiras, além de construtoras.
Tudo isso reforça a necessidade de “um olhar mais cuidadoso” sobre a desenvoltura empresarial de Antonio Palocci, como disse ontem o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Para ele, os dados disponíveis sobre o caso até agora são insuficientes para formar qualquer juízo. Qualquer um concorda com isso.
De nada vai adiantar o governo ficar escalando suas tropas de choque para evitar que o ministro manifeste-se abertamente sobre o imbróglio, como ameaça fazer hoje na sessão da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara que apreciará requerimento da oposição para que Palocci explique a evolução de seu patrimônio. É melhor começar a esclarecer ao invés de insistir em confundir.
Fonte: Instituto Teotônio Vilela – Carta de Formulação e Mobilização Política Nº 237
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
18/05/2011

sábado, 21 de maio de 2011

REUNIÃO PSDB DE CACHOEIRA DO SUL




       O Partido da Social Democracia Brasileira de Cachoeira do Sul reuniu-se na última sexta-feira (20.05) para reunião-jantar de lideranças para realizar algumas filiações e debater questões políticas.
       O partido seguirá realizando encontros mensais, visando manter a sigla mobilizada na cidade.

      
            Diretório Municipal do PSDB.

Enriquecimento suspeito

Com apoio de partidos de oposição, PSDB articula CPI para apurar caso Palocci
Diante do silêncio do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, sobre o súbito crescimento de seu patrimônio, os líderes do PSDB no Congresso articulam, em parceria com outros partidos da oposição (DEM, PPS e PSOL), a instalação de uma CPI Mista para investigar o caso, incluindo suposto tráfico de influência. Os bens do petista foram multiplicados em 20 vezes num período de apenas quatro anos.
“Já conversamos com o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias, e com o presidente do partido, Sérgio Guerra. Dada a gravidade do caso, que a cada dia ganha maiores proporções e aumenta a suspeição em torno do ministro, é preciso que haja uma apuração profunda e uma CPI Mista é o melhor instrumento”, disse o líder tucano na Câmara, Duarte Nogueira (SP). “Não podemos ficar insensíveis diante da repercussão desse escândalo. O partido tem que buscar todos os instrumentos”, afirmou Alvaro ao site da revista “Veja”. 

FONTE: http://www.blogpsdb.com.br/wordpress/?p=28284

ESTE LULA E PALOCCI, SÃO MUITO "MALANDROS"

sábado, 21 de maio de 2011
CLIQUE NO LINK ABAIXO

http://coturnonoturno.blogspot.com/2011/05/consulta-jato-palocci-foi-dando-uma.html

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Show dos milhões

A empresa de Palocci faturou uma bolada quando ele coordenava a campanha de Dilma Rousseff

Continuam a pleno vapor as revelações sobre o espetáculo do crescimento do patrimônio de Antonio Palocci. Soube-se hoje que a Projeto, sua firma de consultoria agora convertida em administradora de fortuna, faturou uma bolada ao mesmo tempo em que ele coordenava a campanha de Dilma Rousseff à presidência da República. Que tipo de prestação de serviço milionária terá sido esta?
A Folha de S.Paulo revela que o faturamento da Projeto ultrapassou R$ 20 milhões no ano passado. A proficiência da empresinha – afinal, tinha apenas um único funcionário conhecido – é ilustrada pelo salto nos negócios: quatro anos antes, quando foi aberta, a consultoria arrecadara R$ 160 mil com a prestação de serviços. É o show dos milhões.
Fazendo uma conta rápida, deduz-se que a multiplicação dos peixes na cesta de Palocci foi muito mais prolífica do que se sabia até agora. Se, em 2006, o patrimônio declarado do ministro não chegava a R$ 400 mil e se, na pior das hipóteses, em toda a sua meteórica existência a Projeto só tiver faturado os R$ 20 milhões de 2010, o salto terá sido de 50 vezes – e não 20, como se falava até agora, já com suficiente espanto.
Palocci continua recusando-se a revelar para quem a Projeto trabalhou, o que fez e quanto recebeu enquanto ele dava expediente como deputado no Congresso. Quanto mais escorrega, mais corre risco de tombar.
Enquanto ele se mantém calado, a imprensa vai cuidando de descobrir não só que os valores praticados eram astronômicos, mas também que a carteira de clientes da Projeto era rechonchuda.
Informa O Estado de S.Paulo que pelo menos 20 empresas, incluindo bancos, montadoras e indústrias, contrataram a firma de Palocci. Em documento que deve enviar à Procuradoria-Geral da República, segundo o jornal, o ministro explica que “boa parte dos pagamentos foi concentrada entre novembro e dezembro do ano passado quando anunciou aos clientes que não mais atuaria no ramo de consultoria”.
Naquela altura, pelo menos 70% dos serviços de consultoria e análises de mercado já estariam concluídos, o que explicaria os altos montantes recebidos nesse período. Para a Projeto, assessorada agora por marqueteiros dedicados a “gestão de crises”, nada mais “natural” do que o crescimento dos contratos em 2010. Será?
A firma do ministro está se revelando uma gigante de mercado e um extraordinário case de sucesso no mundo das consultorias econômicas. Maior até do que concorrentes vistosas do ramo. Também a Folha informa que “o faturamento da empresa de Antonio Palocci está no mesmo patamar do das maiores consultorias econômicas do país, empresas com dezenas de funcionários, especializados em diferentes áreas”.
O jornal cita duas: a LCA Consultores (o LC da sigla é associado a Luciano Coutinho, atual presidente do BNDES) e a Tendências, do ex-ministro Maílson da Nóbrega. Embora líderes de mercado, não chegam nem perto da produtividade da Projeto e seu faturamento obtido com um único funcionário.
“A Folha apurou que a LCA Consultores, líder do mercado, fatura pouco mais de R$ 20 milhões por ano. Sua equipe é de mais de cem pessoas e atende quase cem empresas. A segunda maior, Tendências, fatura de R$ 13 milhões a R$ 15 milhões, tem cerca de 70 funcionários e cem clientes”.
Igualmente profícua é a lista de temas sobre os quais a Projeto dava consultoria aos que a procuravam. Um investidor na Ásia contratou Palocci para “para opinar sobre a viabilidade financeira de negócios na região e estabilidade da moeda no respectivo país”, informa o Estadão.
Outro cliente da lista, revela Mônica Bergamo na Folha, a empresa de planos de saúde Amil o contratou para palestras de prevenção na época do surto da gripe suína. Mas Palocci não disse que o que “proporciona uma experiência única que dá enorme valor no mercado” foi sua passagem pelo Ministério da Fazenda? Ah, de quebra, a Amil também pagou por aconselhamento para expansão dos seus negócios no Nordeste. Está explicado…
Completa a lista de clientes conhecida até agora o grupo WTorre, que, entre 2006 e 2010, fez negócios avaliados em R$ 1,3 bilhão com fundos de pensão de estatais (Previ e Funcef) e com a Petrobras. Logo, logo vai se ficar sabendo que a Projeto também esteve por trás, digamos, da criação do estado da Gurgueia…
Com carteira tão extensa e com tanto dinheiro em caixa, também entende-se agora porque a empresinha que só tem um funcionário na sua lista de empregados contratou a gestora de recursos de um bancão para cuidar de sua fortuna. A Projeto já se mostrou, por si só, uma instituição financeira.
Se quiser manter-se como lugar-tenente da presidente da República, Antonio Palocci precisará ser cada vez mais como a mulher de César: não só precisa ser como parecer honesto. Por tudo o que se soube até agora, não conseguiu nem uma coisa nem outra. O homem que já se viu enredado em ervilhas superfaturadas, lixo mafioso e humildes sigilos devassados está longe de conseguir livrar-se das suspeitas sobre suas faraônicas pirâmides de dinheiro.
Fonte: Instituto Teotônio Vilela – Carta de Formulação e Mobilização Política Nº 239

quinta-feira, 19 de maio de 2011

DIGA NÃO AO PACOTARSO ARRECADADOR

Começam a vazar os termos do Pacotarso Arrecadador:

Até o final deste mês o governo estadual mandará o Pacotarso para a Assembléia. Os ante-projetos começaram a circular, mas apenas em círculo muito restrito.

Embora embalado com retórica reformista, o pacote pretende apenas arrecadar mais:

1) Criação da taxa de inspeção veicular ? R$ 250 milhões por ano.
2) Ampliação da alíquota da taxa ambiental cobrada das empresas ? r$ 60 milhões.
3) Nova alíquota da previdência estatal estadual ? R$ 500 milhões por ano.
4) Calote nos precatórios ? Economia de R$ 500 milhões por ano.

. Aos poucos começam a vazar os textos do Pacotarso. O editor conseguiu um dos ante-projetos, no caso o que trata de uma possível reforma da previdência
. Aí vai o texto que o governo estadual alinhavou para tratar do aumento da alíquota da contribuição previdenciária estatal, que passará de 11% para 16,5% a partir da aprovação da lei pela Assembleia.
. O governo tem sido avaro na distribuição das cópias e nem mesmo a maior parte dos deputados possui o texto.

. Os dois pontos mais lesivos para os bolsos dos servidores estaduais gaúchos são os seguintes:
1) Aumento da alíquota de contribuição, que irá de 11% para 16,5%, atingindo quem ganha mais de R$ 3.689,66 por mês e entrando em vigor imediatamente.
2) A retroatividade da cobrança também para os servidores que ingressaram no quadro a partir de 2004.

. Em relação a retroatividade, o governo pensa calcular a sua quota-parte e completá-la ao longo dos próximos quatro anos.
. O governo acerta quando cria o Fundoprev, gerido pelo IPE, que será o gestor único para os tres Poderes, e também cria o Sistema de Previdência Complementar.

* Na oposição, a bancada do PMDB decidiu oficialmente que votará fechada contra o Pacotarso, sem apresentar sequer emendas. PSDB, PPS, DEM e PP, tocarão emendas.

terça-feira, 17 de maio de 2011

PSDB DE CACHOEIRA DO SUL CONSTITUIRÁ ITV SEXTA-FEIRA (20.05)

BOLETIM INFORMATIVO 13-2011



       O Partido da Social Democracia Brasileira de Cachoeira do Sul formalizará na próxima sexta-feira (20.05), às 20hs, no Restaurante La Barka, o ITV – Instituto Teotônio Vilela.

O que é o ITV:
O Instituto Teotônio Vilela (ITV) é o órgão de estudos e formação política ligado ao PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira). Por lei, todos os partidos políticos são obrigados a manter uma entidade de natureza doutrinária, visando o aprimoramento de seu ideário. Fundado em 19 de setembro de 1995, com autonomia financeira e gerencial, o ITV se responsabiliza pelo aperfeiçoamento e pela divulgação da doutrina social-democrata no Brasil.
Cabe ao instituto promover estudos, seminários, palestras e debates sobre a realidade nacional, com objetivo de formular políticas públicas coerentes com o ideário da social-democracia: respeito aos princípios democráticos, responsabilidade fiscal e social, coerência e ética política. Publicações variadas compõem um acervo bibliográfico útil para acadêmicos, pesquisadores, cientistas sociais e estudantes. Revistas de divulgação contemplam o interesse de simpatizantes e militantes da social-democracia, fornecendo-lhes elementos básicos para o debate político e ideológico.
A ação do ITV se estende - a partir de sua sede, em Brasília - pelos 26 estados do país, cada qual com sua representação local. Nas eleições, tal rede de formação política dedica-se ao preparo e treinamento dos candidatos, especialmente nos pleitos municipais. Norteado pelo Conselho Deliberativo, integrado por 28 intelectuais e políticos de expressão nacional, o ITV investe no fortalecimento do processo político brasileiro.
       De acordo com o Presidente do PSDB de Cachoeira do Sul, Leandro Balardin, o ITV Municipal, será constituído por uma Comissão durante a reunião/jantar, composta pelos seguintes cargos:

  1. Diretor
  2. Coordenador(a) de Formação e Aperfeiçoamento
  3. Coordenador(a) de Marketing Político
  4. Coordenador(a) de Estudos e Pesquisas
       
            Diretório Municipal do PSDB.

Contato: (51) 9961-5387
E-mail: psdbcachoeiradosul@terra.com.br

PSDB DE CACHOEIRA DO SUL APÓIA MANIFESTAÇÃO E REIVINDICAÇÕES DE ARROZEIROS


        É importante para Cachoeira do Sul que os Arrozeiros recebam melhores condições para produzirem e comercializarem suas safras. O preço da saca do arroz está fora da realidade e fora dos padrões de mercado, o que faz com que dos produtores sofram conseqüências graves.
Cachoeira é uma cidade com grande exponencial nesta área, depende do arroz e o PSDB de Cachoeira do Sul apóia a luta dos arrozeiros em suas demandas que estão sendo cobradas junto ao Governo Federal.
       
            Diretório Municipal do PSDB.

Contato: (51) 9961-5387
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sábado, 14 de maio de 2011

Dreyer assina com o PSDB


por Vinícius Severo (JP)
Carlos Dreyer recepcionado no PSDB pelo presidente Barchet e vereador Balardin
O publicitário Carlos Dreyer, 45 anos, assinou ontem, na Câmara de Vereadores, a sua filiação ao PSDB. Dreyer estava no DEM desde o ano de 2006 e recebeu o convite do vereador Leandro Balardin para fazer parte do ninho tucano em Cachoeira do Sul. “Já era para me filiar ano passado, mas preferi esperar”, comenta. O publicitário revelou a possibilidade de disputar uma eleição pela primeira vez em sua vida. Presidente da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Defender, ele terá de se desligar do cargo na entidade para concorrer.
Dreyer afirma que ainda é cedo para falar de seus planos na nova sigla, mas concorda que se tiver apoio dos colegas do partido poderá disputar uma vaga para vereador. “Tenho certeza que todo político deveria viver a experiência de trabalhar na Câmara”, comentou. Dreyer agora faz parte dos cerca de 900 filiados que o PSDB possui no município. Sua chegada foi acompanhada pelo presidente da sigla, o advogado João Luiz Barchet.

"Manifesto ao Povo Brasileiro", que marcou a fundação do nosso partido em 1988.

“Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas, nasce o novo partido”. Convencidos de que, a despeito dos avanços institucionais havidos a partir do trabalho da Assembléia Nacional Constituinte, o povo brasileiro permanece:
  • frustrado, porque até hoje não foi cumprida a promessa de mudança social e econômica;
  • angustiado com a falta de solução para a crise econômica, que empobrece a Nação;
  • chocado com o espetáculo do fisiologismo político e da corrupção impune;
  • desiludido com o governo que deixou de se constituir no primeiro da Nova República, preferindo fazer-se o último da velha República;
  • descrente de partidos políticos que não correspondem ao voto de confiança recebido do eleitorado.
Anunciamos a fundação do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e convocamos o povo brasileiro para prosseguir a luta pelas mudanças com energia redobrada, através da via democrática e não do populismo personalista e do autoritarismo concentrador do poder e da riqueza. O novo partido nasce longe das benesses oficiais mas perto do pulsar das ruas, tendo como princípios e objetivos:
  • defender a democracia contra qualquer tentativa de retrocesso a situações autoritárias;
  • adotar o parlamentarismo como sistema de governo;
  • aprimorar o funcionamento das instituições, através dos canais de participação popular nas decisões políticas e do aperfeiçoamento constante da democracia representativa;
  • redefinir o País como República Federativa, objetivando a desconcentração dos poderes, descentralização administrativa e do orçamento até o nível de municipalização das ações do Governo;
  • implementar políticas de melhoria dos serviços públicos básicos e de distribuição de renda, que conduzam à erradicação da miséria no Brasil;
  • apoiar as justas reivindicações dos trabalhadores, assegurada a livre negociação com sindicatos autônomos e os meios próprios de luta dos assalariados, inclusive a greve, sem interferência do Estado;
  • combater as desigualdades regionais, assegurando-se recursos necessários a planos que beneficiem diretamente o povo e não as oligarquias;
  • promover o desenvolvimento do mercado interno e a integração soberana do Brasil no sistema econômico internacional;
  • defender a política científica, tecnológica e de produção, que permita ao País modernizar a economia e a sociedade e apropriar-se dos frutos do progresso em benefício de todo o povo;
  • enfrentar o problema da dívida externa:
    a) auditoria;
    b) através de uma estratégia compatível com a manutenção da soberania nacional;
  • reorientar os instrumentos de gestão da economia visando a reduzir drasticamente a inflação e suas graves conseqüências sociais;
  • reformar a administração pública para livrá-la das práticas clientelistas e assegurar eficiência às empresas e órgãos estatais;
  • efetivar a reforma agrária no contexto de um plano agrícola plurianual, que combine adequadamente os instrumentos da tributação progressiva e da desapropriação, e compatibilize critérios de equidade social e defesa do meio ambiente com o estímulo à produção de alimentos;
  • reformar o sistema financeiro nacional a fim de adequá-lo às necessidades de desenvolvimento da economia, mediante a reorganização das finanças públicas e a melhora da eficiência operacional das instituições financeiras públicas e privadas;
  • defender os recursos naturais e do meio ambiente, incluindo o espaço urbano como condição do bem-estar social, além do compromisso indeclinável com as gerações futuras;
  • propugnar pela implantação de uma seguridade social no seu sentido mais amplo e inovador, assegurando a habitação, a saúde, a previdência social básica e complementar, com ênfase para as aposentadorias e pensões, o seguro-desemprego, a proteção à infância e aos idosos;
  • defender uma política permanente de proteção ao menor, compatível com o compromisso de redistribuição de renda;
  • lutar pelo aperfeiçoamento constante do processo eleitoral, combatendo suas deformações como – entre outras- a fraude e o abuso do poder econômico e do Estado;
  • lutar pela efetiva igualdade dos direitos e deveres do homem e da mulher nos campos econômico, político e social e contra todas as formas de discriminação;
  • promover o desenvolvimento artístico e cultural como fator direto das transformações pessoais e sociais exigidas pelo povo brasileiro e garantir a plena liberdade de expressão e a democratização do acesso aos meios culturais;
  • defender, exaustivamente, que, na cidadania, estão incluídas, como marcas inalienáveis, a liberdade de pensar e de falar, o direito à segurança pessoal e à defesa;
  • lutar pela erradicação do analfabetismo e pela universalização do atendimento escolar, inclusive aos adultos, através da defesa da escola pública gratuita, democrática e de boa qualidade e da valorização do professor, com implantação de carreira e piso salarial justo em todos os níveis; garantir a autonomia da universidade e a liberdade da pesquisa científica;
  • assegurar a presença ativa do Brasil no plano internacional, em especial na defesa dos princípios da autodeterminação dos povos, da integração latino-americana e da preservação da paz mundial.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO DO DIRETÓRIO MUNICIPAL SERÁ DIA 20 DE MAIO

OF.CIRC.02/2011                                                                         Cachoeira do Sul, 11 de Maio de 2011.

Ref.: CONVITE REUNIÃO/JANTAR DO DIRETÓRIO
MUNICIPAL E DE LIDERANÇAS DO PSDB


                    Prezado Tucano:


                              Ao saudar Vossa Senhoria, sirvo-me do presente para em nome do Diretório Municipal do PSDB, convidar-lhe para JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO E REUNIÃO DO PSDB de Cachoeira do Sul, que se realizará:

Data: 20 de Maio de 2011 – Sexta-feira
Horário: 20:00
Local: Restaurante La Barka, na Av. Marcelo Gama, nº. 10
Cidade: Cachoeira do Sul / RS.
JANTAR: Cardápio: Galeto e Saladas
VALOR DO JANTAR: R$ 8,00 (não incluso bebida)
INGRESSOS DEVEM SER COMPRADOS OU RESERVADOS ANTECIPADAMENTE

                                Antecipadamente, agradecemos pela atenção, devendo confirmar PRESENÇA ou ADQUIRIR OS INGRESSOS COM A EXECUTIVA DO PSDB (lista anexa) OU NA BANCADA DO PARTIDO NA CÂMARA (Fone: 51 3723-5833 c/ Mateus).
OBS.: Confirmações e reserva até dia 18.05.2011


Leandro Balardin,
Presidente Municipal PSDB.

EXECUTIVA MUNICIPAL DO PSDB CONFIRMA CANDIDATURA TUCANA PARA CHAPA MAJORITÁRIA NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2012


Reunião realizada nesta semana deliberou que PSDB vai disputar a Prefeitura nas eleições

A Executiva Municipal do PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira, reunida nesta semana, deliberou que o objetivo principal do Partido será disputar com candidatura própria as próximas eleições municipais para a Prefeitura Municipal.
O Partido julga importante e tenta convencer que o principal líder do Partido, o Vereador Leandro Balardin seja candidato a prefeito e abriu ainda discussões de outros membros do partido que também estão com seus nomes à disposição, que são dos ex-secretários Municipais Homero da Silva Tatsch e Celso Lopes, que atuaram como Secretários do Governo Marlon. Os nomes de Celso e Homero ou de Delcio Balardin, também poderão ser cogitados para eventual coligação.
O partido ainda em reunião ratificou a posição da sigla com OPOSIÇÃO ao atual Governo e a todos os pré-candidatos que atuam e são vinculados  Governo Municipal atual.
       
            Diretório Municipal do PSDB.

JUSTIÇA SOLIDIFICA MAIS UMA VEZ DECISÃO DO PSDB NA EXPULSÃO DO VEREADOR VALDOCIR


Após liminar indeferida, agora vereador Valdocir tem mérito negado em sentença

A justiça local proferiu sentença também improcedente, quanto ao mérito do mandato de segurança que foi impetrado em 2010 pelo vereador Valdocir, que foi negado.
O vereador, responde desde o ano passado a processo disciplinar por infidelidade partidária do PSDB. Com tentativa de barrar sua expulsão devido as conseqüências de seus próprios atos, consumados e provados  por quebra de decisão partidária local e de descumprimento de decisão de resolução do PSDB Estadual, o parlamentar entrou na justiça com mandato de segurança o qual, foi negado. Agora, no final do mês de março, a justiça julgou o mérito e sentenciou improcedente.
A situação do processo disciplinar, continua tramitando na entrância estadual do Partido e está no último estágio:

O processo disciplinar:

- Conselho de Ética do PSDB de Cachoeira recebeu representação, abriu processo, deu espaço para defesa, colheu provas, e emitiu parecer pela expulsão;
- Diretório Municipal, deliberou pela expulsão;
- Conselho de Ética do PSDB Estadual, deu parecer pela expulsão e não acatou defesa do vereador;
- Executiva Estadual do PSDB, acolheu parecer do Conselho de Ética pela expulsão, dando validade ao processo;
- Próximo passo, diretório estadual do PSDB, será convocado para consumar o processo, não sendo permitido mais recurso;





            Diretório Municipal do PSDB.

Após eleito o diretório estadual, o mesmo elegeu o novo presidente e executiva


Tanto a chapa 1 como a chapa 2, também apresentaram chapas para a executiva estadual, encabeçadas pelo Deputado Federal Nelson Marchezan JR. e Thomaz Wonghon respectivamente. Votaram os 105 membros do diretório estadual recém eleito.
Foi eleita a chapa do Deputado Marchezan com 58 votos, contra 38 votos da chapa de Thomaz.
O presidente do PSDB Cachoeirense, vereador Leandro Balardin, foi eleito vogal na chapa de Marchezan e passará a integrar pela primeira vez um cargo na executiva estadual do partido. O vogal tem direito a voz e voto.
       
            Diretório Municipal do PSDB.

CHAPA APOIADA PELO PSDB DE CACHOEIRA VENCE ELEIÇÃO ESTADUAL E CONQUISTA DUAS VAGAS NO DIRETÓRIO


Além de vagas no diretório Balardin assume cargo na Executiva

A eleição do novo diretório e executiva estadual do PSDB teve um domingo de muita democracia interna com três chapas, disputando democraticamente o comando do PSDB Gaúcho.
A chapa 1, encabeçada pelos 5 Deputados Estaduais (Lucas Redecker, Jorge Pozzobom, Pedro Pereira, Adilson Troca e Zilá Breitembach) e o Deputado Federal Nelson Marchezan Júnior, obteve 196 votos (58,8%), contra a chapa 2, encabeçada por Thomaz Wonghon que obteve 102 votos (31,5%), e a chapa 3, encabeçada por Carlo Callegaro que obteve 32 votos (9,7%). Como a chapa 3 não alcançou o percentual mínimo de 20% de votos, não teve direito a indicar membros para o novo diretório, sendo assim distribuído os percentuais de 65,1% para a Chapa 1, que conquistou 68 membros titulares e 23 membros suplentes no diretório estadual. A chapa 2, ficou com 35%, conquistando 36 membros titulares e 12 membros suplentes no diretório estadual. O total de integrantes no diretório é de 105 membros e 35 suplentes.
Cachoeira do Sul, que decidiu apoiar a chapa 1, indicou e elegeu dois membros no novo diretório estadual do PSDB, sendo eles o vereador e presidente do PSDB local, Leandro Balardin e o suplente de vereador Leandro Schirmer.

TRÊS CHAPAS DISPUTARÃO DOMINGO O COMANDO DO PSDB GAÚCHO

Cachoeira do Sul, na Chapa do Deputado Marchezan e dos cinco Deputados Estaduais

O diretório municipal do PSDB de Cachoeira do Sul participa neste domingo próximo, 17 de abril, da eleição do novo diretório Estadual do PSDB Gaúcho. Cachoeira tem um delegado com direito a voto e o diretório local decidiu apoiar a chapa encabeçada pelos 5 Deputados Estaduais (Lucas Redecker, Jorge Pozzobom, Pedro Pereira, Adilson Troca e Zilá Breitembach) e o Deputado Federal Nelson Marchezan Júnior.
Três chapas estão em plena campanha pelo comando do partido que hoje é presidido pelo ex-deputado federal Cláudio Diaz.
As outras duas chapas são encabeçadas, uma pelo Professor Thomaz Wonghon e a outra pelo Carlos Callegaro (atual secretário geral e chapa de situação).
O presidente do PSDB Cachoeirense, vereador Leandro Balardin, concorre a uma vaga no Diretório Estadual, na posição 22ª de 105 membros da chapa liderada pelos deputados.
       
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EXECUTIVA ESTADUAL DO PSDB CONFIRMA EXPULSÃO DO VEREADOR VALDOCIR


Parecer do Conselho e Ética e Disciplina Estadual do PSDB foi acolhido e aprovado pela Executiva Estadual

        A executiva Estadual do PSDB-RS, através de seu secretário-geral, Carlos Alberto Martins Callegaro, oficializou o PSDB de Cachoeira do Sul (doc. anexo) que a Executiva Estadual do PSDB acatou por UNANIMIDADE o parecer do Conselho de Ética Estadual do partido que se pronunciou pela expulsão do Vereador Valdocir Marques do PSDB, acolhendo a decisão soberana do PSDB de Cachoeira do Sul, bem como referendando a legalidade do processo que originou a expulsão de Valdocir pelo diretório local do PSDB.

        De acordo com o presidente do PSDB de Cachoeira do Sul, o assunto não diz mais respeito ao partido local e sim ao partido estadual, Conselho de Ética, Executiva já fizeram os seus deveres e cumpriram com as diretrizes e regras estatutárias, não vamos nos pronunciar sobre a questão, porque o último capítulo desta novela está chegando ao seu final até julho e esta decisão, cabe ao Diretório Estadual.

        Tudo foi feito dentro da legalidade e respeitado os direitos de defesa, conforme Executiva Estadual que expedirá notificação do requerido e convocação do diretório estadual para o desfecho final.

       
            Diretório Municipal do PSDB.
FILIAÇÃO DE LIDERANÇA COMUNITÁRIA



Compositora e gaiteira Eva Jorgelina da Silva, moradora da Quinta da Boa Vista é pré-candidata a Vereadora

        O presidente do PSDB de Cachoeira do Sul homologou nesta segunda-feira (11.04) a filiação de mais uma líder comunitária na sigla Tucana. Eva Jorgelina da Silva, moradora do Bairro Quinta da Boa Vista, que é bem conhecida nas rondas e mateadas do meio tradicionalista, por ser compositora e tocar gaita assinou ficha no PSDB e já é pré-candidata à Câmara de Vereadores na próxima eleição. Segundo a nova filiada, sua intenção é representar o Bairro.
       
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