Os três porquinhos e os três macacos sábios: a visão de um tucano
Hoje quero resgatar um pouco de história infantil e, ao mesmo tempo, discutir um pouco da nossa cultura. Vou falar sobre o Cícero, o Heitor e o Prático. Esses, na história infantil, eram os três porquinhos, parecidos com os que a presidente Dilma nomeou: o Dutra, o Palocci e o Cardozo.
Além dos três porquinhos, vou falar do Mizaru, do Kikazaru e do Iwazaru. E quem são eles? São os três macacos sábios: o que não vê, o que não fala e o que não escuta.
Na história Os Três Porquinhos, Cícero foi o que construiu a casa de palha; o Heitor, a casa de madeira; e o Prático, a casa de tijolos. O Cícero, que construiu a casa de palha, era o mais frágil; portanto, corresponde ao Dutra, que está doente e foi afastado. O Heitor, que construiu a casa de madeira, a qual está intacta ainda, é o Cardozo. E o Prático, que era o mais forte e construiu a casa de tijolos, é o Palocci, o homem forte do governo. Porém, duvido que, na história infantil, um dos três porquinhos tivesse construído uma casa de 6,6 milhões de reais, mesmo que fosse o Prático.
Cadê o Mizaru, aquele que tapa os olhos? Cadê Bohn Gass? Cadê o Kikazaru, que tapa os ouvidos? Cadê a Stela Farias? Cadê o Iwazaru, que tapa a boca? Cadê o Fabiano Pereira? Cadê a bancada do PT?
Por que a bancada do Partido dos Trabalhadores que, quando oposição, fazia denúncias infundadas e acusações levianas e agora, como governo, não vê, não enxerga e não fala?
Este é o momento do contraditório. Mas é, também, o momento de exercermos com coerência o nosso papel.
Deputado Jorge Pozzobom – Líder do PSDB na Assembleia Legislativa

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